Notas

O sitio dos poetas do Barreiro

Este é um espaço de partilha e divulgação dos trabalhos em poesia e prosa poética de todos os barreirenses que pretendam colaborar e usufruir desta possibilidade posta à sua disposição. Enviar os poemas para: Poetasdobarreiro (arroba) cooperativacultural.com

Apoio, Ideia e Concepção

Visitantes

Amo-te, porque sim.

Não posso enumerar as razões que me levam a amar-te, que me fazem querer dormir contigo, todas as noites das nossas vidas, que me levam a dedicar-te aquelas pequenas coisinhas a que não dás a menor importância, que me levam a gostar de partilhar os teus momentos, de tristeza, de alegria, de raiva….

Leia Mais 02.03.2010. 20:49

“RIBA DE TEJO”, O SONHO

     «O dia era radioso, mas não sei em que tempo e estação do ano estava.

     Sentia-me pairando sobre uma imensa floresta, de longe em longe via clareiras e nelas deambulavam animais não identificáveis. Nas orlas ribeirinhas de um grande rio e de outro menor nascido numa serra próxima - eram o Tejo e o Coina -, existiam algumas casotas, pareciam cabanas cobertas de palha e junto delas vislumbrava pessoas, mas não percebia o que faziam.

Leia Mais 10.01.2010. 15:33

CINCO PERGUNTAS AO PAI NATAL

Dezembro entrara tempestuoso e gélido. No jardim fronteiro à Escola Primária as árvores bailavam furiosamente ao ritmo desvairado das sirenes do vento.
Era o fim da tarde e era também o fim do período de aulas antes do Natal. Ao toque da campainha, como explosão de pássaros chilreantes, um turbilhão de garotos, entrapados
como podiam contra o frio, espalhou-se pelas imediações do edifício.

Leia Mais 31.12.2009. 01:28

E… agora que o ano termina...

E… agora que o ano termina para dar lugar a um novo

ano, não esqueçamos que é só um dia após o outro…

donde o devermos festejar com Alegria cada dia da nossa
                                                 vida.

Leia Mais 31.12.2009. 01:00

Carta para a minha bisavó FELICIDADE

Bisavó,

Lembras-te? Era assim que te tratava. Ensinaram-me que a minha avó era tua filha, e tu, a avó da minha mãe.
 Quando eu era pequenino já eras uma velhinha. Como o tempo passa! Agora estou a aproximar-me da idade com que te conheci. O tempo é rápido e corrói os humanos.
 Foste mãe de onze filhos, foi obra. É obra grande ser-se progenitora. Onze vezes do teu ser brotaram novos seres. Onze vezes transportaste cargas de amor.

Leia Mais 31.12.2009. 00:48